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A sociedade humana

A sociedade humana é a ação humana em concerto; é a cooperação entre os homens.
É exatamente essa situação que diferencia o homem dos animais: a capacidade de perceber que a cooperação entre os indivíduos proporciona uma vida melhor a todos. A história do estabelecimento de regras, normas e instituições é própria história do desenvolvimento da sociedade humana.

Podemos dizer que o processo civilizatório é um processo de contenção dos instintos dos homens, ou seja, a domesticação dos instintos naturais a partir do respeito às regras estabelecidas.
Mas o homem não pode criar leis ao seu bel prazer, simplesmente porque é da sua vontade.

O respeito à palavra empenhada, à honestidade, o direito à propriedade, as regras morais de uma maneira geral, são valores que estão arraigados em nós porque funcionam, porque efetivamente proporcionam harmonia e estabilidade entre as pessoas.

A espécie humana somente conseguiu se perpetuar porque é uma criatura cooperativa, isto é, vive em cooperação com os demais indivíduos a sua volta.
Por muito tempo a cooperação e a organização das sociedades foram mantidas através da tradição, funções e deveres passadas de pais para filhos ou, então, por meio da imposição (sociedades autoritárias organizadas por clãs/tribos, que controlam os indivíduos, por exemplo).



Lógica ou ética

Junto com o desenvolvimento humano, surgiu uma nova lógica ou ética de cooperação que passou a conduzir a sociedade para a organização social moderna: a lógica do mercado.
Em teoria, a lógica da cooperação de mercado moderna nada mais é do que a busca individual pela satisfação dos prazeres a partir do respeito às regras previamente compactuadas.

E como podemos desenvolver essa lógica sem nos organizarmos minimamente para mantermos certo controle de nossas finanças?
Tanto sabermos como foi o desenvolvimento de nossos antepassados, quanto compilarmos todos os nossos bens, para de forma pró ativa estarmos prontos para qualquer problema, é fundamental para atacarmos ou nos defendermos das intempéries do imponderável.

Os antigo, medievais e modernos faziam isso.
Nós, os contemporâneos, precisamos fazer que isso seja obrigatório em nosso modo de operação cotidiano, pois, se algo não é mensurado não pode ser medido. Parece uma frase um tanto óbvia, e é, porém nem todos imaginam dessa forma e acabam por perder-se de maneiro ingênua na desorganização do tempo, do capital e das posses.

Contabilidade

As instituições somente se perpetraram através dessa organização pautada na contabilidade de recursos que eram, ora escassos, ora abundantes.
Sem essa contabilização o desenvolvimento civilizacional seria impossível, pois, não haveria reservas suficientes para os períodos de emergência, muito menos reservas suficientes para períodos de abundancia e crescimento.

Em suma, toda defesas e ataque – defesa no sentido das crises e no ataque no sentido de crescimento contra os concorrentes- devem ser estrategicamente escalonados para o desenvolvimento e até mesmo prevenção e previsão de partes dos acontecimentos que fogem da organização das instituições humanas.
E para termos esse poderia somente com a contabilização metódica e organização de nossos ativos.

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