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Antiga sociedade

Até os séculos XIV e XV, a terra (propriedade agrícola) não tinha o sentido de propriedade vendável.
Tal situação definia as bases da antiga sociedade feudal, constituindo os alicerces da organização militar, judicial e administrativa daquela sociedade.
Essa ausência de comercialização aplicava-se também ao trabalho.

Não existia mercado de trabalho, os servos ficavam presos por obrigações às terras de seus senhores; os serviços dos servos eram deveres e não trabalho de homens livres.

Justamente pela ausência do mercado, a sociedade medieval se guiava pelas tradições (usos e costumes) das relações feudais.
Mas tudo isso muda com a Revolução Econômica que se operou com o advento da Sociedade Moderna; com a criação de uma nova ética para a sociedade: a lógica do mercado.

O sistema de mercado marcou o rompimento com a velha ordem feudal; a superação da tradição e dos costumes na economia e o estabelecimento de uma nova concepção de trabalho e comércio.
Quando o sistema de Mercado (capitalismo moderno) finalmente se estabeleceu, os filósofos e pensadores passaram a voltar suas atenções para essa nova ideia de sociedade que surgia.



Economia Moderna

Por muito tempo os grandes pensadores não debateram sobre questões econômicas, ficando restritos aos assuntos políticos e religiosos.
Mas, quando finalmente a lógica do mercado se estabeleceu (pondo fim ao sistema de tradição e costumes) os filósofos passaram a se preocupar em criar teorias para explicar a nova situação de suas sociedades.

Surgiu, assim, a Economia Moderna.

E com esse surgimento, duas vertentes principais alavancaram as estruturas dos teóricos. O liberalismo foi a principal delas. Criada por Adam Smith, o liberalismo até hoje demanda mudanças estruturais em vários países do mundo. A outra vertente é o materialismo histórico, que não foi criada por Karl Marx, mas o mesmo foi expoente desse pensamento.

Vale salientar que a segunda lógica de mercado, o materialismo histórico, usado até mesmo em outras ciências humanas como as Ciências Sociais, é basicamente a luta de classes em prol de um Estado muito grande, tiranizando todas as iniciativas privadas.
Enquanto o liberalismo é uma auto-regulamentação do livre-mercado.
Não é preciso perceber minimamente qual das duas teorias nós precisamos exortar de forma mais clara.

Na lógica de mercado, nós precisamos saber, minimamente algumas dessas teorias para não sermos escravizados, ora por um, ora por outra.
Não seria de bom tom datar esse artigo, mas o que o Brasil está a passar economicamente em 2016 vai além das más políticas econômicas, o que está no cerne é um Estado paternalista, super inflacionado, ineficiente e sem nenhuma concorrência.

Meritocracia

A concorrência é possível e além disso necessária.
A meritocracia é o combustível de toda nação. Mesmo essa meritocracia passando por transformações como, hoje, a meritocracia cooperativa, em que nós todos pelos meios tecnológicos passamos a coparticipar com outros atores sociais.
Precisamos em suma de mais liberdade, para gerar escolhas, rumos diferentes e competição, somente assim quem tem a ganhar é o produtor e o consumidor, pois ambos sempre vão escolher o melhor e mais consciente consumo, não estando refém de um Estado paternalista e corrupto.

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