As crenças em relação ao dinheiro podem determinar as possibilidades de prosperidade financeira de uma pessoa.

Muita gente acredita, com base na metáfora bíblica que afirma ser mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um homem rico entrar para o Reino do Céu, que pessoas ricas se afastam de Deus.

Mas o dinheiro, em si não é um mal.

Muito pelo contrário, o dinheiro pode nos possibilitar inúmeras qualidades e situações que nos capacitam a exercer melhor nosso livre-arbítrio; reforça a nossa dignidade humana e promove a liberdade individual de escolha do seu próprio modo de vida.
Portanto, saiba que o que determina sua honestidade, sua integridade e correção moral são as escolhas que você faz ao longo da vida e não o bem material que você aufere.

As crenças são fundamentais para nos colocar concentrados ao que realmente temos para nos ater.

Afinal, em que cremos?

As nossas crenças podem nos limitar ou fazer nos alçar voo em limites nunca antes experimentados.
Certamente, se você observar todos os meandros do seu pensamento, rapidamente vai conseguir constatar os exemplos do que procura, sejam eles bons ou maus.

Já indagou-se por exemplo, o porquê gasta em tal segmento, ou o porquê gasta tanto sem mesmo precisar de tal produto ou serviço?
Pois então, são crenças como essas que levam ao sucesso ou a paralisia sabotadora.
É um auto-engano que nos entorpece de uma falsa verdade, mas que acreditamos piamente.

A guisa de exemplo, esmiúço aqui o famoso ditado bíblico sobre ser mais fácil passar um camelo pelo buraco da agulha do que um rico entrar no reino dos céus. Ora, o dinheiro em si como apontei na introdução, não é um mal, e sim como usamos e como direcionamos materialmente -e mentalmente- esse dinheiro.
Esse capital que recebemos, pode ser literalmente, abençoado – com boas ações de crescimento pessoal e profissional, bem como até mesmo a caridade – ou ações não tão boas, como até mesmo gastar em demasia.

É comum as pessoas confundirem um dos pecados capitais, a avareza, como o famoso avaro – mão-de-vaca/sovina/pão duro.
Mas a avareza não é apenas daquele que não gasta em nada, mas aquele que também gasta desmedidamente em tudo.

Quanto maior a liberdade de um indivíduo em um país e com seu livre-arbítrio, ele pode usar dessa liberdade para sabiamente administrar o próprio dinheiro e aplicá-lo de maneira responsável, possuindo até mesmo maior liberdade.

Não somos escravos do dinheiro, ele é que precisa trabalhar para nós, e não ao contrário.

Quando está em pleno controle de suas finanças, você poderá com isso organizar todas as suas metas de forma objetiva, sem limitar-se a algum pensamento que o destrua.

Mapeie as suas crenças para poder saber quais são as que você precisa mudar e as quais precisa manter.

O dinheiro não é um mal em si, mas sim, como você usa ele.

Não seja escravo de sua produção. Possua o dinheiro e não deixe o mesmo possuí-lo.

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